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No mix exportado, somente frango inteiro permanece com volume menor que o do ano passado

23/08/21

Mas é só, porque os outros três principais itens exportados registram incremento expressivo. O mais importante deles, senão em termos relativos, é o dos cortes de frango, que respondem por 70% do total embarcado até agora. Neste ano eles obtiveram aumento de quase 10%, índice que correspondeu a, praticamente, 90% do volume adicional dos últimos sete meses (no total, 178,4 mil toneladas a mais que no mesmo período de 2020).

Menos representativos nas exportações (somados, perto de 6% do total exportado), os industrializados e a carne de frango salgada apresentam índices mais expressivos, de 16% e 23%, respectivamente. Assim, contribuíram de forma efetiva para que o incremento, em sete meses, ficasse próximo de 7,5%.

Mas se foi o único item com evolução negativa no volume, o frango inteiro também foi, opostamente, o que registrou maior recuperação de preço: quase 20% a mais que na média registrada entre janeiro e julho de 2020. E, no mês passado, registrou o melhor preço em quase seis anos, ou seja, desde setembro de 1975.

Assim, foi graças ao frango inteiro que o preço médio deste ano apresentou valorização superior a 7%. Porque, embora com valores crescentes, os preços dos demais itens evoluíram abaixo dessa média – 3,5% os cortes de frango, 1,44% os industrializados e perto de 1% a carne salgada.

De toda forma, os cortes de frango permanecem, imbatíveis, como principais contribuintes da receita cambial do setor, respondendo por cerca de 69% dos US$4,125 bilhões auferidos nos últimos sete meses.

O frango inteiro vem na sequência, com perto de 23% da receita total e, assim, o produto in natura foi responsável por 91,64%, dividindo-se os restantes 8,36% entre a carne salgada (4,42% do total) e os industrializados (3,94%).

Fonte: AviSite via Portal do Agronegócio

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